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História [de término] de um casamento, confissões e lições.

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Oizinho, hoje vim trazer pra vocês uma resenha um pouco mais intimista sobre o filme História de um casamento, que é uma produção original da Netflix a qual tooooda internet tava falando quando saiu na plataforma, em meados de novembro do ano passado [o momento de histeria coletiva que todo mundo elevou Kylo Ren* a categoria de galã] e que chegou a concorrer ao Oscar desse ano.

Somos embarcados na história de casamento de Nicole e Charlie (interpretados por Scarlett Johansson e Adam Driver respectivamente). Aliás, somos embarcados na história de um divórcio de um casal de artistas cênicos que vivem de teatro em Nova York. Charlie é muito dedicado ao trabalho que faz de diretor na peça teatral que ele trabalha há anos com sua esposa Nicole, atriz a qual interpreta o papel principal.

No início, temos a perspectiva deles sobre as coisas as quais mais gostam um no outro, através de uma carta; mas não demora muito pra se perceber que eles já não vi…

Quarentena e afins.

Desde dezembro do ano passado o mundo entrou em contato com um surto pré-apocalíptico chamado coronavírus. Em pleno isolamento social, pensei em não comentar sobre isso por aqui, ainda mais depois de não ter postado nada muito interessante depois do meu primeiro post. Mas sei lá, sou profunda e sinto necessidade de falar sobre isso e como me sinto.

A humanidade, depois de presenciar eventos como guerras, sejam mundiais ou civis (algumas comunidades étnicas ainda passam por elas, na verdade), jamais pensou em passar por uma crise de saúde tão agressiva como o corona. Parece coisa de jogo, filme e livros de ficção-cientifica. É coisa de terror ver pessoas agindo ao mesmo tempo com medo, negligência e desespero.

Um dos continentes mais antigos, a Europa, em boa parte dos seus países, passa por um caos de muitos infectados, muitas mortes, pouco espaço para abrigar doentes, falta de recursos básicos de medidas protetivas como papel higiênico, máscaras, álcool em gel. Famílias perdem entes …

Agora há algo aqui.

Quando se cria um blog, pelo menos aqui no Blogger, a primeira coisa a qual você se depara antes de fazer a primeira publicação é que "não há nada aqui". Pois bem, com as palavras que virão a seguir, acabo de decretar que agora algo aqui.
Não que seja importante saber, mas, constantemente vivi criando blogs em diferentes fases da minha vida e nenhum deles se solidificou por um motivo bem óbvio: foram feitos de acordo com alguma fase da minha vida. Já tive a fase de querer falar sobre beleza, sobre livros, sobre moda, sobre nada e sobre tudo. E ás vezes tudo isso ao mesmo tempo. Até que caí na real de que estava fazendo o que eu mais odeio que façam comigo: falar e não escutar/ver o outro.
Caindo na minha própria armadilha, frustrava-me e todos eles em algum momento acabam por servir de lixo na internet. É engraçado perceber que nossa mãe tem razão ao falar que não somos todo mundo pois diferente de várias pessoas que começaram lá no início da internet e tiveram coragem p…